segunda-feira, 19 de abril de 2010

susbtituição periódica

Serviço de substituição

Na Galp Gás, a segurança é um valor fundamental. Por isso foi lançado um serviço de aconselhamento a clientes sobre as condições de segurança das instalações de gás em garrafa.

A manutenção das instalações de gás abastecidas a garrafas, na casa dos clientes, é da exclusiva responsabilidade destes. O que se tem verificado é que os clientes, na maior parte das situações, não a efectuam. Isso reflecte-se nas condições de segurança em que mantêm as suas instalações de gás, muitas vezes com equipamento fora da validade, como é o caso dos tubos de borracha de ligação aos aparelhos de queima. No início de Julho, a Galp Gás, lançou o Serviço de Substituição Periódica, um serviço de alerta e aconselhamento das condições de segurança das instalações de gás em garrafa.

Assim, sempre que um consumidor adquire uma garrafa de gás, quer seja na entrega ao domicílio ou num dos 22.000 pontos de venda espalhados pelo país, receberá um cartão informativo que o recordará da necessidade de substituir os tubos de borracha com validade. No mesmo cartão encontrará o contacto do revendedor local, que poderá prestar o serviço.

Depois da instalação ser verificada, o revendedor deixará um cartão em forma de garrafa, pendurada no tubo de borracha, que recordará o cliente da necessidade de substituir novamente o tubo no final da sua validade.

Este pequeno alerta contribui em muito para a segurança dos clientes, que hoje, por falta de informação ou preocupação poderão ter em casa, tubos fora da validade. Os tubos de borracha quando ultrapassam a data de validade têm tendência a ficar ressequidos, abrindo rachas, que podem originar fugas de gás e provocar acidentes.

Com este serviço de aconselhamento, a Galp Gás, pretende aumentar a segurança em casa dos clientes e desenvolver uma relação mais estreita com estes. Num mercado, onde a concorrência é cada vez mais agressiva e as características intrínsecas dos produtos são muito idênticas, este tipo de serviços reflecte-se num grande valor acrescentado que diferencia a nossa oferta e contribui para uma maior fidelização dos mesmos.

Esta iniciativa já foi divulgada a toda a rede de revenda Galp Gás e está a ser implementada a nível nacional. A receptividade por todo o canal de vendas foi muito boa e a opinião unânime: “Este era o serviço que estava a faltar, para prestarmos um serviço com cada vez mais qualidade aos nossos clientes”.

fonte:www.bongas.pt

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Normas de segurança

Normas de segurança

Como líder de mercado a GALP Gás também é líder nas preocupações com a segurança, pelo que a GALP Gás investe fortemente na divulgação das suas Normas de Segurança.

Leia atentamente as nossas normas de segurança.

O gás de petróleo liquefeito, fornecido em garrafas, é uma forma de energia segura, não tóxica, limpa e económica, desde que utilizado correctamente. No entanto, derramado na atmosfera, pode, ao atingir determinada concentração, dar origem a explosões ou incêndios.

Além disso, como qualquer outro combustível, ao ser queimado incorrectamente pode produzir monóxido de carbono (gás tóxico) que se torna perigoso quando se acumula em espaços fechados, como pode acontecer com a utilização de esquentadores incorrectamente montados. É fácil evitar esses perigos se utilizar o gás com as devidas precauções. A utilização de gás será feita livremente e à responsabilidade do utente.

Garrafa e redutor

  1. Nunca deve utilizar ou armazenar garrafas de gás em caves. As garrafas de cor azul (propano) não podem ser utilizadas para uso doméstico nem armazenadas no interior das habitações.
  2. Ao ligar o redutor à válvula da garrafa, assegure-se de que aquele ficou bem ajustado.
  3. Nunca utilize ferramentas para resolver eventuais dificuldades no manuseamento da válvula ou do redutor.
  4. Defenda a válvulas de qualquer pancada ou de outros maus tratos que podem afectar as suas condições de segurança.
  5. Nunca deite ou inverta a garrafa quando está em serviço.
  6. Logo que termine cada utilização, deixe o sistema válvula/redutor sempre fechado.
  7. Nunca substitua a garrafa vazia por outra cheia, na proximidade de lume ou chama.
  8. Dirija-se ao Revendedor local sempre que suspeite de alguma deficiência na válvula da garrafa ou no funcionamento do seu redutor.

Tubos de borracha de ligação aos aparelhos de queima

  1. Ao instalar o tubo flexível nos porta-borrahas de redutor e do aparelho de queima, ajuste completamente o tubo. O comprimento do tubo de borracha não pode ser superior a 1,5m. Utilize sempre as braçadeiras, bem ajustadas, nas extremidades do tubo.
  2. Nunca dobre o tubo de forma a estrangulá-lo em qualquer ponto da sua extensão.
  3. Mantenha sempre o tubo afastado das fontes de calor, evitando a sua passagem pela traseira dos fogões.
  4. Vigie o tubo com frequência e substitua-o logo que verifique que a borracha está a secar, apresentando fissuras ou aspecto encortiçado.
  5. Cumpra rigorosamente o prazo de validade impresso no tubo flexível.

Durante o funcionamento

  1. Não permita que os líquidos a ferver se derramem e apagem o lume, evitando, assim, que o gás saia livremente pelo queimador, sem arder.
  2. Periodicamente ou quando a chama deixa de estar estável e azulada, e passar a apresentar-se instável, ruidosa ou fortemente amarelada, mande rever os seu aparelho por um Técnico Credenciado.

Acender e apagar os aparelhos de queima

  1. Acenda o fósforo ou o acendedor antes de abrir o gás no aparelho de queima. Se o fósforo ou o acendedor se apagar, feche o manípulo do aparelho de queima e recomece a operação.
  2. Cada vez que terminar o serviço, feche o gás não só no respectivo manípulo do aparelho de queima, mas também no sistema válvula/redutor da garrafa.

Esquentadores e Caldeiras

  1. Nunca permita a instalação de aparelhos a gás no interior das casas de banho.
  2. Para a instalação destes aparelhos recorra apenas e só a Técnicos Credenciados e detentores de "licença" exigida por lei.
  3. Certifique-se que o aparelho foi instalado de forma a assegurar-lhe uma tiragem correcta, com a conduta de evacuação dos produtos de combustão entre a saída do aparelho e o exterior da habitação ou a conduta da chaminé, para a saída dos gases queimados para a atmosfera.
  4. Certifique-se de que o local da instalação dos aparelhos de queima é bem ventilado.
  5. Para acender o aparelho, certifique-se primeiro de que a torneira de utilização da água não está aberta.

Fugas de gás

Se notar cheiro a gás:

  1. Feche imediatamente o sistema válvula/redutor e as torneiras dos aparelhos de queima.
  2. Abra as portas e janelas para provocar a ventilação no local.
  3. Apague e não faça qualquer chama nas proximidades, com fósforos, acendedores, velas, isqueiros, cigarros, etc.
  4. Evite fazer qualquer tipo de faísca. Não ligue nem desligue qualquer interruptor ou aparelho eléctrico.
  5. Desligue o quadro eléctrico somente se estiver fora do compartimento onde se deu a fuga.
  6. Tenha presente que as zonas mais perigosas, passíveis de provocarem acidentes, localizam-se junto do ponto de fuga e próximo do solo , pois os gases butano e propano são mais pesados que o ar.
  7. Nunca pesquise uma fuga de gás com chama. Utilize sempre espuma de sabão ou produto similar.
  8. Se o cheiro a gás não desaparecer, coloque a garrafa ao ar livre e comunique ao seu revendedor ou aos Bombeiros locais.
  9. Se a fuga de gás se inflamar, tape imediatamente o local da fuga com um pano humedecido em água quente e actue de acordo com o indicado no parágrafo anterior.

Qualidade dos materiais

  1. O material de queima, o tubo flexível de borracha, as abraçadeiras e os redutores a utilizar devem ser de marca e modelo que estejam em conformidade com a legislação vigente, e aprovados pelas entidades competentes para a utilização dos gases de petróleos liquefeitos (butano e propano).
fonte:www.bongas.pt

Projecto EcoFamílias II de Norte a Sul


EcoFamílias II está no terreno para reduzir consumos energéticos dos portugueses
Promovido novamente pela EDP Distribuição em parceria com a Quercus e financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, o EcoFamílias II volta a apostar na redução e racionalização do consumo energético no sector doméstico. Até finais de 2010, serão acompanhadas 1000 famílias residentes em Portugal Continental. A participação é gratuita e as inscrições permanecem abertas. Participe!
O processo é muito simples e gratuito. Numa primeira fase, os técnicos EcoFamílias II visitam as habitações das famílias inscritas, mediante agendamento prévio, e traçam uma avaliação dos seus hábitos de consumo energético. É também feita uma análise dos consumos emstandby e off-mode, do desempenho dos electrodomésticos e ainda um levantamento dos aspectos construtivos da habitação.

A partir daqui torna-se possível identificar vários potenciais de poupança:na eliminação dos consumos em modo de vigilância, ao nível dos hábitos de utilização de equipamentos de entretenimento, informática e climatização e ainda na substituição de iluminação e grandes electrodomésticos. Por fim, e não menos importante, serão também projectadas possíveis formas de melhorar o conforto higrotérmico da habitação.

Após esta recolha de dados, cada família recebe uma Ficha de Recomendação personalizada, com instruções para actuar a vários níveis: alterando comportamentos; melhorando a utilização dos equipamentos; trocando-os eventualmente por outros mais eficientes e adoptando medidas que melhorem o desempenho térmico da respectiva habitação.

Todos os interessados em ser uma das 1000 EcoFamílias precisam apenas de enviar um e-mail com o nome, morada e telefone de contacto para ppec@edp.pt ou ecofamilias@quercus.pt1.

Mais informações em http://www.ecocasa.pt/e_ecofamilias2.php.

falta de resposta a proposta

Sendo formadora, e tendo cursos na área do gás, acabei por enviar um pedido para o Senhor Presidente da Câmara de Ílhavo, Eng. Ribau Esteves uma proposta para puder elucidar a população do concelho de Ílhavo e arredores sobre a boa utilização do gás, quer seja de botija ou natural, as normas de segurança e o que fazer em várias situações de perigo eminente. Sabendo que, em pleno séc.XXI ainda há muitas pessoas que não tem o mínimo de condições necessárias á utilização do mesmo, o que pode originar vários perigos para elas e para a sociedade, não entendo a falta de resposta do Senhor Presidente, visto ser uma proposta que irá ajudar muitas pessoas a ter mais informação e quiçá evitar possíveis situações de perigo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Instalações eléctricas e de gás sem inspecção

Alteração à lei põe em causa a segurança, dizem os especialistas, e põe em risco 600 postos de trabalho.
A lei que prevê a certificação e inspecção dos projectos e instalações das redes eléctricas e de gás foi alterada, fazendo desaparecer os certificados obrigatórios substituindo-os por termos de responsabilidade. Para os especialistas ninguém ganha: "Perdemos todos".
No dia 27 de Janeiro foi enviado para a Presidência da República, para promulgação, o decreto-lei que faz a revisão do regime jurídico da urbanização e da edificação. Entre várias alterações consta o desaparecimento da aprovação, certificação por entidades externas aos municípios dos projectos de engenharia para as redes eléctricas e de gás, bem como as inspecções feitas na conclusão do projecto. Estas, passam a ser substituídas por termos de responsabilidade subscritos pelo técnico autor do projecto legalmente habilitado.
Ou seja, até agora qualquer projecto urbanístico, privado ou estatal, para obter o licenciamento da autarquia tinha que submeter os projectos de electricidade e de gás a entidades independentes, creditadas para o efeito, e só após a sua certificação poderiam avançar. Concluída a construção essas redes eram alvo de inspecção por parte das mesmas entidades, que verificavam a conformidade do projecto.
A ser promulgada a revisão da lei, o termo de responsabilidade do projectista basta.
É neste ponto que as diferentes entidades, e mesmo os representantes dos construtores a nível nacional, dizem que "ninguém ganha nada com esta alteração, pelo contrário, perdem os consumidores, perde-se a segurança".
O exemplo é dado por Edmundo Fonseca, responsável do Laboratório Industrial de Qualidade (uma das entidades que supervisiona a parte eléctrica desde 1998), ao referir que ,"em dez anos de trabalho, dos 16 mil projectos avaliados 80% apresentavam não conformidades graves e muito graves, ou seja, tinham erros graves que podiam pôr em causa a segurança de quem vai usar os edifícios".
Na mesma linha está o director técnico do Instituto Tecnológico do Gás, João Ferreira, que aponta erros nos projectos na ordem dos 30 a 40%, "sendo que em 5% tinham que ser completamente reformulados porque não satisfaziam nenhuma das regras de segurança".
Para estes dois técnicos, "a promulgação desta revisão é um passo atrás na segurança", acrescentando que "cai por terra o saber acumulado ao longo de anos para melhorar a qualidade e a segurança destes dois serviços".
Por parte dos construtores, a revisão da legislação existente é igualmente temida, "pois o que mais tememos é que abra as portas à construção clandestina", como disse ao JN José Tomáz Gomes, da AECOPS.<3?a destes dois serviços".
Por parte dos construtores, a revisão da legislação existente é igualmente temida, "pois o que mais tememos é que abra as portas à construção clandestina", como disse ao JN José Tomáz Gomes, da AECOPS.
"Até agora o comprador tinha a garantia dada pela certificação das entidades competentes, quer pelos materiais utilizados quer pela instalação. A passar esta lei, passará a ter apenas um termo de responsabilidade do projectista", acrescentou.
O responsável na AECOPS sublinha que "não faz qualquer sentido mexer em situações que funcionavam bem e eram um garante de segurança, e que nem sequer custava nada ao Estado", frisando que não está claro quem será o responsável depois, "a não ser que façam como há uns anos com os elevadores, cuja fiscalização passou para as autarquias e é ver o caos em que se transformou".

Desemprego na calha
A outra face da moeda da alteração à lei é a possibilidade de engrossar os já gordos números do desemprego em Portugal.
Com o fim da obrigatoriedade da certificação de projectos e posterior inspecção na obra, os técnicos que integram os quadros das entidades sem fins lucrativos "ficam sem trabalho. São cerca de 600 técnicos altamente qualificados, para electricidade e gás, que vão para o desemprego",frisou Edmundo Fonseca. O diploma legal emanou do gabinete do secretário de Estado da Administração Local.
Fonte:JN de 03-01-2010